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quarta-feira, 13 de maio de 2009


Ganhadores do mês da promoção

MedDICAS

AVALON LOCADORA + Medicina & Arte

Lilian Feitosa
Evelina de Macêdo

domingo, 3 de maio de 2009

A Arte da Medicina

Geralmente, quando se fala em Medicina, cai-se no lugar comum, dizendo que “a Medicina é um sacerdócio”. Para mim, a Medicina é uma Arte. Como o Artista à frente da obra de Arte, o médico é insubstituível à frente da prática médica, embora equipamentos variados, que vão desde o simples abaixador de língua até o computador de última geração, possam facilitar e aprimorar o seu trabalho. Mas a energia humana tem que estar ali, animando e permeando essa relação muitas vezes tão cheia de conflitos e incertezas, que é a relação médico-paciente. Transformar essa relação num dos encontros mais especiais que possam existir entre seres humanos, superando todas as contingências da Dor, da Doença e da Morte, isso é realmente uma Arte, e somente o médico perfeitamente vocacionado consegue atingir esse objetivo.

Desde o urgentista de Pronto Socorro, ao pediatra no seu consultório; desde o cirurgião famoso e renomado na sua cátedra, cercado de jovens sequiosos de conhecimento ao obscuro médico de interior, que além de médico tem que ser também conselheiro, amigo e compadre; desde o atarefado recém-formado, dividindo entre plantões e empregos públicos ao pesquisador solitário no seu laboratório, porque alguém tem de produzir o conhecimento que será usado na prática, todos, todos sem exceção, obedecem ao mais profundo impulso de suas almas. Curando quando podem, aliviando quando não podem curar e consolando, quando nem aliviar é mais possível e, finalmente, quando nada mais resta, aceitando o inevitável, reconhecendo um poder maior do que as suas forças, mas sem jamais abrir mão da capacidade de ser solidário. Não é Sacerdócio, meus caros leitores, é pura Arte, da qual só os seres humanos especiais são capazes.

por Clotilde Tavares
versão adaptada

quinta-feira, 16 de abril de 2009

DVDs disponíveis na AVALON Locadora...

Private Practice - 1ª Temporada
Seattle está triste enquanto a renomada cirurgiã, Dra. Addison Montgomery (Kate Walsh), decide se reinventar. A promessa de uma melhor saúde mental faz com que ela trabalhe lado a lado com suas amigas de colégio no California's Oceanside Wellness Group. Mas será que esse novo estilo de vida pode ser a sua cura? Você tem uma consulta agendada com esse elenco de primeira linha que inclui Taye Diggs, Amy Brenneman, Audra McDonald, Tim Daly, Paul Adelstein, KaDee Strickland e Chris Lowell em todos os episódios dessa primeira temporada, repleto de materiais inéditos e doses perfeitas da complicada maneira moderna de se viver...


A Duquesa
Uma jovem perspicaz casa-se com um duque inglês, mas os fracassos em ter um filho fazem com que o casamento deles passe por problemas. Com Keira Knightley, Ralph Fiennes e Charlotte Rampling. Vencedor do Oscar de Melhor Figurino.








sábado, 11 de abril de 2009

O Belo,a Arte, a Medicina , a Filosofia , e a Mulher

O que é o Belo? - Platão já reconhecia a existência de coisas que são belas por si mesmas e que fornecem um prazer puro que não aquele da cessação da dor ou aflição. Sócrates achava que o Belo era uma concordância observada pelos olhos e ouvidos. Kant achava belo sobretudo o natural, as aves, as plantas. E as definições do Belo e do que é Estética, sempre estiveram presentes e foram ampliadas nas discussões filosóficas e artísticas. A beleza feminina, também uma manifestação do Belo, às vezes é pouco compreendida por ser associada a um comportamento fútil. Grosseiro engano, trabalhar, praticar esportes, estudar, freqüentar as clínicas de estética não é tarefa para fúteis e pobres de espírito. Mulheres inteligentes, cultas, que trabalham em casa e tem a sua profissão e que são sobretudo fortes, são as que tem entusiasmo para cuidar da beleza e da saúde.

A beleza feminina pura ocupa um lugar no Cosmos, assim como as outras belezas naturais e não naturais. Um belo pássaro ou animal são bonitos, assim como um quadro, uma cidade, uma floresta, uma estrela, ou uma poesia. A beleza se manifesta em coisas livres do sentimento e pensamento humanos e deles não depende. Não há mal em se cultuar o Belo. Não há mal em se cultuar a Beleza Feminina. Admirar o Belo não significa desprezar o que não é belo. Também é belo a mulher idosa, saudável e feliz, assim como o homem ativo em todas as etapas de sua vida. É também belo a criança brincando, a obra de arte, a natureza, é belo a sabedoria. Claro, não há beleza na doença, na tristeza, na morte, na fome, na destruição. O harmônico, qualidade do Belo, está nítido e se manifesta na vida , na saúde, na alegria e no amor. A mulher, dos humanos a parte mais bela, só poderia ter sido a maior inspiradora da arte e dos artistas, desde os tempos antigos. A Vitória de Samothrace, a Vênus de Milo, as pinturas egípcias, a surrealista Gala de Dali, a beleza suave da mulher na Primavera de Botticcelli, a mulher na poesia de Vinícius de Moraes, de Drummond, obras maravilhosas inspiradas por elas.

E é claro, a beleza mudou através dos tempos. No passado a beleza feminina era só um rosto, privilégio de poucas que tinham a coincidência genética de ter um rosto com linhas harmônicas. Os costumes então não permitiam revelar o corpo. Nos tempos atuais todas as formas femininas são expostas, e essa agradável liberação de costumes deu às mulheres a possibilidade de outras manifestações de beleza, a beleza do corpo, que é muito mais "democrática", porque acessível à maioria das mulheres. A nutrição, os esportes, e também a medicina passaram a ajudar na promoção da beleza feminina.

Uma nova especialidade médica - a Medicina Estética, se propõe então à utilizar as técnicas, a pesquisa e os conhecimentos médicos para a promoção da beleza feminina da face e do corpo. A Medicina Estética é a Arte Médica do Belo, e como as outras artes, que produzem um prazer, uma felicidade subjetiva, não pode ser submetida à um juízo de valor. O seu valor é determinado pelo bem estar que causa à quem recebe os seus benefícios. O gosto, a capacidade de julgar o que é belo, é que faz a obra de arte ser maravilhosa para uns e horrível para outros, é influenciado pela cultura, pelas condições sócio econômicas, pela moda, pelos costumes de cada povo. Então, não é a Medicina Estética que como ciência cria esse aspectos básicos que são o gosto e a estética. Cabe à ela apenas atender os anseios do inconsciente coletivo e como uma manifestação artística, criar , manter e melhorar a Beleza Humana.


Autor: Prof. Dr. Miguel Francischelli Neto
Mestre e Doutor em Cirurgia Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas
Professor do Curso de Pós-Graduação em Medicina Estética da Universidade Souza Marques do Rio de Janeiro.
clinic@naturale.med.br www.naturale.med.br

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ganhadores do mês

Ganhadores do mês da promoção

MedDICAS

AVALON LOCADORA + Medicina & Arte

Jussara Leite - Leão Sampaio
Pedro Henrique - FMJ

segunda-feira, 30 de março de 2009

CUCA Cariri

Artistas e estudantes se mobilizam para criação do CUCA no Cariri

No Cariri será criado o Centro (Circuito) Universitário de Cultura e Arte da União Nacional dos Estudantes – CUCA da UNE, na verdade os CUCA´s tratam-se de coletivo de artistas e estudantes universitários que discutem e promovem ações que tem como intuito viabilizar a troca de experiência das manifestações artísticas e culturais desenvolvidas dentro e fora das universidades. Outro aspecto importante é o intercâmbio e a circulação nacional da produção de cada CUCA. O Instituto Cuca atualmente é Pontão de Cultura do Programa Cultura Viva do Minc. O Instituto também mantém o PIA – Programa de Interferência Ambiental, o qual funciona como rede-coletivo de intervenções urbanas, do qual o Coletivo Camaradas, tendo inclusive participando da 6º Bienal da UNE, no início deste ano em Salvador-BA.

Na Região do Cariri, a UNE vem mantendo contatos com artistas e estudantes desde 2008 para criação de um CUCA, tendo inclusive mantido contatos com a Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Regional do Cariri. Na oportunidade, a Pró-reitoria de Extensão, Arlene Pessoa se prontificou para ajudar na instalação do CUCA, tendo inclusive discutido a possibilidade de criação de um cine-clube, no Parque de Exposições aonde funciona o estande da URCA.

Nesta próxima sexta-feira, dia 03 de abril, a partir das 9h00, na Sala de Vídeo da Universidade Regional do Cariri será realizada uma reunião para discutir os rumos do CUCA na Região. A Comissão Pró-Criação do CUCA enfatiza que a reunião é aberta para artistas, grupos de reisados, companhias de dança e de teatro, coletivos, poetas, cineastas e estudantes das universidades e faculdades públicas e privadas da região do Cariri.


Serviço:
Instituto Cuca da UNE
Blog: www.cucadaune.blogspot.com

quinta-feira, 26 de março de 2009

Novo esquema terapêutico

Brasil terá novo esquema terapêutico para a tuberculose

A partir do segundo semestre de 2009, o Sistema Único de Saúde (SUS) contará com novo medicamento para tratar a tuberculose. A novidade foi anunciada pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão, nesta segunda-feira (23), durante a abertura do 3º Fórum Mundial de Parceiros Stop TB, que acontece no Rio até a próxima quarta-feira.

O novo esquema terapêutico, recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aumentará o número de drogas de três para quatro e reduzirá a quantidade de comprimidos diários de seis para dois. Trata-se da chamada DFC (dose fixa combinada) ou "quatro em um", como é popularmente conhecido. Com a mudança, espera-se aumentar a adesão dos pacientes ao tratamento – hoje, 8% deles o abandonam antes da cura, induzindo à resistência. A taxa de abandono preconizada pela OMS é de menos de 5%.



A DFC também vai combater a resistência do bacilo de Koch aos medicamentos atualmente ministrados, uma vez que favorece a adesão. Isso porque, em alguns pacientes, especialmente naqueles que abandonam o tratamento antes da cura, desenvolvem-se bacilos mais resistentes às drogas ministradas. "Os sintomas regridem muito rapidamente com o medicamento. Imagine um tratamento de seis meses em que com 15 dias o paciente se sente bem, então ele acaba por abandoná-lo", comenta o coordenador geral do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) do Ministério da Saúde, Draurio Barreira. Estudo recente do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde mostrou que 1,4% dos brasileiros infectados apresentam bacilo multi-resistente.

CUSTO – O novo esquema terapêutico vai baratear o custo para a saúde pública. Hoje, o tratamento de cada paciente, considerando o valor total da medicação tomada nos seis meses, custa 40 dólares – menos de sete dólares por mês. O "quatro em um" sairá por menos de 30 dólares por paciente durante todo o tratamento – ou pouco menos de cinco dólares por mês. O tempo de duração e os efeitos colaterais continuam similares.

Até agora, apenas cinco países do mundo, entre eles o Brasil, não utilizam o esquema "quatro em um" para tratar a tuberculose. Os outros países são Uruguai, Irlanda, Nova Zelândia e Andorra. Ao aderir ao esquema terapêutico proposto pela OMS, o Brasil demonstra mais uma vez seu empenho em controlar a doença, o que é uma das prioridades do atual governo.

INCIDÊNCIA – No Brasil, foram registrados 72 mil novos casos de tuberculose em 2007, com uma média nacional de 38,2 por 100 mil habitantes. Além disso, 4,5 mil pessoas morreram em decorrência da doença. Do total de casos, 70% estão concentrados em 315 dos 5.565 municípios. As maiores incidências estão nos estados do Rio de Janeiro (73,27 por 100 mil), Amazonas (67,60), Pernambuco (47,79), Pará (45,69) e Ceará (42,12). A região Centro-Oeste é a que apresenta a menor taxa do país – em Goiás, são 9,57 por 100 mil habitantes. No Distrito Federal, 12,09.

A incidência entre os homens (cerca de 50 por 100 mil) é o dobro do que entre as mulheres. O maior número de casos se concentra na faixa etária de 20 a 39 anos. Já as populações mais vulneráveis são as indígenas (incidência quatro vezes maior do que a média nacional); portadores de HIV (30 vezes maior); presidiários (40 vezes maior); e moradores de rua (60 vezes maior). No entanto, há ocorrências em todos os segmentos da sociedade, independente da renda ou da escolaridade.

AÇÕES – Com orçamento nacional para o controle da tuberculose ampliado em mais de 13 vezes desde 2002, o Ministério da Saúde planeja controlar a doença. Somente em 2008 foram investidos 69,1 milhões de dólares no programa de controle da tuberculose. Várias ações realizadas no país contam com o apoio do Fundo Global contra a Tuberculose, a Aids e a Malária, sediado em Genebra.

O tratamento contra a tuberculose é oferecido totalmente gratuito na rede pública (consultas, exames, medicação, internação). O Ministério da Saúde também vem expandindo o Tratamento Supervisionado (da sigla inglesa Directly Observed Treatment Short-Course), que já tem cobertura de 86% na rede pública dos 315 municípios prioritários. Esse programa consiste em oferecer aos pacientes o monitoramento mais intenso por parte dos profissionais. O objetivo é garantir que essas pessoas completem o ciclo de tratamento, em vez de abandoná-lo antes de estar curado.

ATENÇAO BÁSICA – O aumento na cobertura da supervisão do tratamento de pacientes com tuberculose no SUS determinou a queda da incidência e mortalidade pela doença no País. Desde que foi implantado no Brasil, em 2001, o Tratamento Supervisionado foi ampliado e, até 2007, era oferecido em 7.411 unidades de saúde que fazem o diagnóstico, tratamento da doença e acompanhamento de pacientes. O dado representa 75% do total de 9.818 unidades cadastradas no território nacional para fazer o diagnóstico da doença. Para o PNCT do Ministério da Saúde, a expansão da cobertura da oferta do tratamento supervisionado contribuiu para a queda de queda de 24,4% na incidência e 31% nas mortes pela doença no período de 2001 a 2007.

Outra ação importante realizada na atenção básica aos pacientes é o atendimento feito pelas equipes de Saúde da Família. "A integralidade dos serviços na atenção básica, por meio do aprimoramento do atendimento aos pacientes nas unidades de saúde e pelos agentes do Programa Saúde da Família, indica uma tendência de redução de casos e óbitos de tuberculose", afirma Barreira.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, o número de equipes do PSF passou de 16.734, em 2002, para 27.324, em 2007, representando aumento de 63,2% no período avaliado – atualmente o número chega a 29.057 equipes, 73,4% superior ao dado de 2002. A ampliação das equipes elevou de 55 milhões para 87,3 milhões o número de brasileiros atendidos, quase 60% a mais em 2007 se comparado a 2002. Os dados de 2009 mostram que a quantidade de pessoas atendidas soma mais de 93 milhões. Quanto aos municípios com PSF implantado, o número passou de 4.163, em 2002, para 5.125, em 2007, correspondendo a um aumento de 23,1% no período – atualmente são 5.220 municípios com o programa funcionando.

INTERAÇAO – Preocupado em desenvolver políticas públicas para atender às populações mais vulneráveis, o Ministério da Saúde realiza, por exemplo, ações conjuntas dos programas de Controle da Tuberculose e DST-Aids. Na rede pública, os profissionais de saúde oferecem aconselhamento e solicitam a realização do teste anti-HIV sempre que atendem àqueles com tuberculose. Assim como é oferecido o tratamento preventivo da tuberculose (PPB) aos portadores do HIV, uma vez a doença é a principal causa de morte nesse grupo.


Fonte: Agência Saúde

sábado, 21 de março de 2009

Tag Galaxy


Localize imagens através de palavras-chave no Tag Galaxy. O site tem um visual muito bacana, vale a pena conferir!


Entre em www.taggalaxy.de e digite no campo de busca a tag medicina e arte para vizualizar nossas fotos. O Tag Galaxy é um localizador de imagens com apresentação em animação bem diferente do que vc já viu por ai!
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